̶  Fala sério vocês!  Quem?
 
Todos que estão promovendo esta estratificação exacerbada e tumultuada dos gêneros biológicos e sociais e, por que não dizer, sexuais? E, também, aqueles que ficam calados! Precisamos nos mobilizar!
 
Uma coisa é “discriminação”, outra coisa é “expressão”, formas de tratamentos e gosto!  
 
Discriminar alguém porque ela optou por esta ou aquela religião, raça, parceiro sexual e etc.

É IGUAL 

a enquadrar alguém porque usou a forma de tratamento “gay”!  

Como devo me referenciar?

Abram as portas dos armários!

Abram as portas das vitrines, estabelecimentos, tendências, moda etc. etc. para o padrão gay!

Pela preservação do que é feminino e masculino, em respeito àqueles que ainda o são!

 E por causa desta, digamos: discriminação vocabular… Por não podermos dizer que “fulano” ou “beltrano” é gay, está tudo muito bagunçado. É como se estivéssemos, ainda, escondendo algo dentro do armário!

Seria a mesma coisa de não podermos mais nos referenciar às mulheres, como: mulheres!

Ou aos homens, como: homens!

A palavra homossexual não serve!

É a mesma coisa de se referirem a mim, na rua, por exemplo usando a expressão:

 ̶ ̶  É aquela ali! Aquela heteressexual!

Um tanto ridículo, não? Por isso vamos dar nome, aos nomes. Se não querem usar a palavra “emprestada” do inglês, inventem outra.

Precisamos organizar um monte de coisa que está confusa por causa dos novos gêneros, que ainda não têm uma expressão civil e publicamente aceita, com o valor similar a feminino, masculino, mulher, homem.

Respeitem-nos: homens e mulheres que ainda somos!

 ̶̶  Sejamos coerentes: Não é mulher, não é homem, é o quê? Tem que ter um nome. Ou irão baixar um decreto modificando o conceito de “mulher” e de “homem”? Marido e esposa sairão do dicionário? Está um verdadeiro caos!
 

  Igualem os direitos, sim! Jamais queiram igualar o pensamento ou gosto.

Todos devem ter direitos  iguais perante a sociedade, a nação, ao planeta…

Mas, meu pensamento… Meu gosto? É meu!

E não posso querer impô-lo a ninguém!

SENDO O INVERSO VERDADEIRO, TAMBÉM!

Ademais, todos sabem que a evolução de uma espécie e, também, de uma sociedade depende da diversidade. Não existe “todos somos iguais”. Não somos e não podemos ser. Senão as espécies não evoluem, a sociedade não evolui. Necessitamos das diferenças em todos os graus da vida. Só assim ocorre evolução! O que não pode existir são maus tratos, descasos e preferências entre indivíduos. Se não é igual, OBVIAMENTE, é diferente. Necessário que se especifiquem alguns detalhes do cotidiano, da vida, do tratar, do escrever de cada um desdes diferentes estratos… Infinidades de coisas!

 
 ̶  Sejamos conscientes, funcionais e práticos! Mulher é DIFERENTE de gay! Homem é DIFERENTE de gay! Agora, se terão que criar quatro ou três gêneros, que pensem os sociólogos. Talvez tenham, mesmo! Assim ninguém se sentirá discriminado.
 

Começaram a bagunça? Então continuem buscando a ordem, seriedade e o bom senso.

Ilícito é quererem empurrar gostos “goela” abaixo.

É não pensarem mais naqueles que continuam com a preferência pelo tradicional!

 
 Fato é que neste processo de “direitos iguais” ninguém poderá ser discriminado, ou deixar de ter serviços, utensílios e tudo que move a sociedade e sua rotina, adequados ao seu gênero.
 
 Verdade seja dita, a natureza nos fez macho e fêmea, com corpos diferentes e atividades biológicas diferentes. Deve ter tido um bom motivo! Mas deixemos isto de lado! Provavelmente o motivo se extinguiu. Provavelmente o excesso populacional é o fator determinante (é preciso controlar a natalidade do planeta e, principalmente, do Brasil). A natureza pródiga já está atuando por si só. É válido!  Estamos, agora, caminhando para um futuro, onde seremos todos como as minhocas ou as plantas (nem todas!): HERMAFRODITAS. De qualquer forma, esta transição está confusa! É melhor que gritemos em favor daquilo que é importante para cada um de nós, os envolvidos. 
 
Diferenciados, macho e fêmea, a sociedade criou os gêneros masculino e feminino. Agora (e não é de agora!) surgiu um terceiro gênero (talvez quarto). Qual é mesmo o nome? Se eu falar gay, corro o risco de ser presa por crime de homofobia. E quem me conhece, sabe bem que nunca tive problemas com isso. Muito pelo contrário!
 
Mas uma coisa seja dita: Eu tenho o direito de defender meus interesses como mulher. E digo: está na hora de ser(em) criado(s) o(s) novo(s) gênero(s) na sociedade, no dicionário e na gramática para que continuemos ter liberdade de expressão e de comportamento. Facilitar a vida de todos nós! À medida que dão preferências, expansão, propagação e incentivos a uma linha de comportamento (sexual) ou mesmo raça, estão cometendo discriminação com as demais raças e linhas de comportamento antes existentes.
 
Desde de sábado passado (22.02.2014), quando eu estava no salão de beleza, comecei a me indagar sobre coisas, dantes, rotineiras do mundo feminino e masculino. De mulher e de homem. De menina e de menino.
 
  ̶  BUM! Não existe mais isto…. Não posso mais falar assim! Como devo me expressar? Alguém me diga? Músicas, livros, filmes estão sendo abolidos por fazerem menção à homofobia ou ao racismo. Tratamento de carinho entre adultos e crianças pode ser enquadrado como pedofilia. Poesia… Poesia gente! Canções de ninar, de roda e contos de fada! É uma nova inquisição? Isto é o fim do mundo ou não é? Com certeza tem algo errado. Não é possível que somente eu pense assim! Não vejo ninguém comentando nas redes. Mas vejo pelos cantos….
 
Continuando, esta semana, fazendo alguns trabalhos com mídias tive problemas! Em uma simples posição de mãe que quer ajudar ao filho, tive problemas! Minhas referências, onde estão?  Onde estou? Cadê a sociedade? Onde estão os antigos pilares? Não servem mais?
 
  ̶   ENTÃO, CRIEM OUTROS! URGENTE!
 
Uma sociedade precisa de pilares, regras, conceitos bem definidos para que seus indivíduos não se percam ou percam seu tempo. Talvez estejamos assim mesmo, nossa sociedade está perdida!  
 
Devido aos últimos acontecimentos em minha rotina diária, resolvi me pronunciar. Talvez ninguém leia, ou talvez eu seja presa. Querem saber? Tenho todo o direito de me expressar!  Então….
 
Coloquem regras e diretrizes nesse jogo (A Nova Sociedade Homorquista? Ou seria Homogâmica?)!. Mas que sirvam para todos: novos gêneros e antigos gêneros. Todos estão brincando com esta estória de “direitos humanos”, “bullying”, mas a verdade é que estão cerceando até nosso direito de brincar. Brincar com palavras, tipos e etc. Separem as coisas!
 
 Deixo umas dicas, por onde começarem:
 
 1) Nos salões de beleza: corte de cabelo masculino, feminino e GAY. O corte de mulher é sempre mais caro, ainda que curto como o de homem (ops!?). Assim, gays masculinos e femininas pagarão o mesmo preço, invertido! As gays femininas agradecerão! Será que entenderam o que é gay masculino e feminino? Até eu me perdi!
 
 2) Está na hora de anunciarem “moda”, “estilos”, “padrões”, “tendências” com os devidos cuidados: moda feminina, moda masculina e MODA GAY. Algumas pesquisas e incursões no comércio estão deveras cansativas. Uma bagunça! Por favor, direcionem mais os produtos e, claro, preços: neste quesito acho que os homens agradecerão. Tanto em moda, como em preço! Explicando melhor: quando quisermos roupas de homem, não teremos que ver infinidades de roupas afeminadas. E vice-e-versa! Isto chama-se: praticidade!
 
 3) Banheiros… Óbvio! Passou da hora de criarem os BANHEIROS GAYS. Ah… E em detrimento ao meu outro post (Brasileiro, envergonha-me!) onde falo sobre a separação de vagões de trem, por gêneros e; já que outros gêneros foram constitucionalizados em nossa sociedade, penso que lá pelo Rio de Janeiro, devam ser criados os tais vagões GAY, além dos que já existem. Se não se pode vencer sempre, temos que adequar!
 
 4) Tão urgente quanto os banheiros, são as separações em alas que já eram por natureza separadas em presídios, hospitais, manicômios, clínicas, fisioterapias e etc.
 
 5) Na Medicina, terão que criar novas especialidades mais especializadas. Não sei como ainda não criaram: nutricionistas, endocrinologistas, dermatologistas (ou tem e eu nem sei!) De qualquer forma, devem pensar em novas especialidades. Não sei como, ainda, não gritaram. Acho que precisarão…
 
 6) Ah, não esqueçam as escolas: já que até as cartilhas e livros do MEC estão incentivando meninos a brincarem de boneca e meninas de futebol.
 
 7) No meio virtual e das mídias…. Caramba! Separem as coisas! Quando eu quiser inserir um clipart de “família” ou “casal”, perguntem: tradicional ou gay? Têm que convir que a diferenciação no conteúdo das famílias (gay ou tradicional) gera, também, diferenciações de itens de necessidades, consumo e etc. E uns, creio, bem específicos. Se liguem!
 
REPITO: NÃO É DISCRIMINAÇÃO. Não me entendam mal! Não discrimino, nunca discriminei. Tenho e já tive no meu meio social, pessoas que fizeram sua opção sexual diferente da minha. Por muitos deles, tenho profundo carinho. Mas, mantenhamos a ordem: FUNCIONALIDADES e PRATICIDADE NOS SERVIÇOS E FAZERES é fundamental. Além de respeito a minha opção e gosto!
 
   ̶  Sou mulher e gosto de homem com cara de homem, voz de homem, cheiro de homem, aparência de homem (quase bárbaro!) …. Onde meu direito de vê-los nas revistas, televisão, vitrines, outdoors e etc.?… Esquecem-se que são as mulheres que em sua maioria compram as roupas para os maridos e os filhos? Agora parece que tudo é para gay? Tenham paciência! E podem me prender… InIcio um movimento a favor de nossos direitos, nós que gostamos e apreciamos o tradicional. 

 ̶ ̶  Tenho ou não tenho esse direito?

 Vejam a minha última experiência logo abaixo. Eu pesquisava na web sobre “moda masculina para os pés”. Olhem um dos site que encontrei (moda masculina) e não foi o único. Estou ou não com a razão?

www.gravataborboleta.com_1

Já começo dizendo que eu quero todos os modelos, hahaha! A marca Vans, já é bastante conhecida no mundo, principalmente por suas diversas parcerias já realizadas, que rendem sempre ótimos e desejáveis modelos de tênis. Mas, há tempos eu não via uma coleção tão linda e apaixonante *-*A coleção é uma parceria com a Fab Four, composta por 4 modelos, baseados no álbum “Yellow Submarine” do famoso grupo britânico.

www.gravataborboleta.com_2

www.gravataborboleta.com_3

www.gravataborboleta.com_4

www.gravataborboleta.com_5

Infelizmente, ainda não temos data prevista para lançamento no Brasil, a coleção será lançada nos Estados Unidos no dia 1º de março e custará entre U$65 e U$75.

Falem sério, não são todos perfeitos? Quero saber a opinião de vocês, nos comentários!

Fonte: http://www.gravataborboleta.com/

**********  **********

Não estou debochando, nem fazendo crítica ao trabalho e à coleção em si. Meu respeito ao criador e à arte. Aliás, a coleção é bem bonitinha! Alguns dos tênis EU usaria com grande prazer… EU, mulher e feminina; ou devo dizer: mulher feminina?  Duvido que algum homem (homem masculino, hetero) usasse algum deles! Me desculpem os criadores. Repito: criem a moda gay! Não seria discriminação, antes é tendência e organização.

pingo nos is

Fala sério vocês!

Todos que estão promovendo esta estratificação exacerbada e tumultuada dos gêneros biológicos, 
sociais e, por que não dizer, sexuais? E, também, aqueles que ficam calados!  
Uma coisa é   “discriminação“, outra coisa é “expressão“, formas de tratamentos e gosto! 
 
Discriminar alguém porque ela optou por esta ou aquela religião, raça, parceiro sexual e etc.

É IGUAL

a enquadrar alguém porque usou a forma de tratamento “gay”! 
 
Como devo me referenciar? 
Abram as portas dos armários!
Abram as portas das vitrines, estabelecimentos, tendências, moda etc. etc. para o padrão gay!

Pela preservação do que é feminino e masculino, em respeito àqueles que ainda o são!

Assinatura Zaida Machado
 
 

4 pensamentos sobre “Pingo nos “is”

  1. A muito tempo eu não via um post tão retrógrado. “Respeitem os homens e mulheres que ainda somos”? “preferencia pelo tradicional”? Só li preconceito na matéria inteira. Eu não diria nem que seus pensamentos são antiquados, pois conheço gente possivelmente bem mais velha que você que não teve problemas em acompanhar a aceitação dos GAYS (como tanto ressalta a palavra em seu texto) na atualidade, já que eles sempre existiram por toda a história, bem como os HOMENS E MULHERES TRADICIONAIS (forma rude como você se refere aos que para você, são os normais).
    Ah, sim, sou eu o dono do blog do qual você tirou a matéria dos tênis, sobre a qual você também lançou um olhar preconceituoso, mesmo afirmando que não. Minha página está aí na internet pra quem quiser ver mesmo e é um risco que eu corro de meus posts serem usados indevidamente, ajudando a salientar opiniões grotescas como todas que li nesse texto. Por isso, não posso obrigar que deixe de usá-la. Mas, acho que se você tiver um pouquinho de todo o respeito que diz ter por tudo e todos, tenha algum por mim, e a retire desta página. Caso contrário, eu agradeço da mesma forma, pela divulgação. Quem sabe eu não ganhei mais uns visitantes no blog graças a tua matéria?
    Abraços.

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    1. Oi, Fábio, boa tarde! Eu já esperava esse tipo de reação. Não vejo problemas com sua opinião sobre meu gosto e pensamento.

      Ressalto, apenas, que  é por isto que as coisas estão como estão. E meu simplório post pretende apenas tentar acender uma luz nesta confusão.

      Tenho a nítida sensação que aqueles que não são gays, não têm mais direito algum, nem de dizer nossa preferência pelos héteros. Veja que não podemos mais nos autodenominar. Sou mulher. E aí, se você já não soubesse minha preferência sexual, ficaria na dúvida se sou hetero ou homo.

      É neste imbróglio que me pautei. Não estou questionando ou criticando o movimento dos gays, ou os gays. Não! Ao contrário, quero que as coisas fiquem mais explícitas, facilitando a rotina diária para todos nós. Para tanto, urge que se separem os gêneros! O que forçará a adaptação do vocabulário, com criação de novos substantivos, adjetivos e pronomes. A palavra e a escrita movem a sociedade. Precisamos saber como devemos nos pronunciar perante aos demais e á socieda. Diga-se: clientes, vendedores, empresários, leitores e etc.É um problema léxico. Os dicionários, gramáticas, tratados, bulas, Receitas e etc precisam, urgentemente, se adaptar. Posto que nosso gênero, existe para isto! De antemão, através dele sabemos, antecipadamente, várias informações sobre o indivíduo: gosto, preferências, necessidades e etc. É assim que funciona a política de marketing. Você precisa conhecer seu público para direcionar seu produto. Não só no marketing, mas todos os demais serviços.

      – Insisto que sociólogos e indivíduos iniciem movimentos, estudos, pesquisas, discussões e enquetes para especificações melhor o que é gay, feminino e masculino. Precisa-se especificar melhor a moda, tendências e preferências, genuinamente, gays! Da forma que está é que parece existir uma negação aos padrões gay. Dêem nome, aos nomes! Assim será melhor para todos, afinal nós mulheres e homens héteros temos os mesmos direitos que os homos.

      – Queremos ver produtos e tendências (e etc.) destinados para nós, sem melindres, afetações ou adjetivos que denigram nossa imagem.

      – Lanço a você um questionamento que deixei em aberto. Já que acusou-me, dentre outras coisas, de retógrada porque usei a expressão “mulher tradicional”, como devo me autodenominar? Só mulher não basta! Como o comércio e autarquias e hospitais vão direcionar serviços e produtos para mim, se não sabem exatamente quem sou?

      – Como e onde encontrarei, de forma prática e rápida, os mesmos itens, direcionados somente para homens e mulheres héteros (já que você não gostou da palavra “tradicional”)? Isto sim, parece discriminação!

      – Como imagina que devemos buscar, como argumento na internet, uma moda somente para homens homo? Oras, temos este direito, não temos?

      – É só libertarem a palavra gay  do sentido pejorativo ou discriminatório. Ou criarem outras que denominem os novos gêneros. Assim teríamos.

      – moda e tendências gays para o verão;
      – moda e tendências masculinas para o inverno;
      – moda e tendências femininas para a primavera;
      – dermatologista especialista em gays (masculinos), Afinal existem diferenças enormes entre peles femininas e masculinas. Se um gay quiser os produtos adequados ao rosto feminino, não vai poder usar os nossos, pois não produziram o mesmo efeito!… E vice -versa!
      – banheiro feminino, masculino e gay;
      – ala feminina, masculina e gay…
      E por aí vai… 

      Retorno à pergunta: como sugere que deva ser? Será que os gays não quereriam lojas, coleções, produtos destinados somente pra eles? Não seria mais fácil?
      Pense direitinho e me responda.

      Ps.:
      – em meu post expressei meu respeito à coleção e arte dos tênis e, extensivamente, ao criador do blog. Se não ficou claro, expresso novamente: meu respeito a você, ao seu blog e à coleção. Ela é bonita, mas para o “meu gosto “, jamais ficaria bem em pés masculinos heteros. Para os gays, ficaria um charme.

      – Não vou retirar a citação, pois tive o cuidado de seguir as regras para publicações de terceiros. Eu já esperava a retaliação. Como vc disse é provável que a curiosidade dos leitores aumente a sua visitação. Sinceramente, torço por isso! Mas, como sugestão, pense em direcioná-la diretamente para o público gay, certeza que terá mais visitadores. (Isto é minha opinião, não é discriminação!)

      – Deixemos que cada um interprete a sua maneira.

      Sempre que expomos nossos pensamentos, gostos e preferências estamos sujeitos a isso.

      Tenha um ótimo fim de descanso. Vamos nos falar mais.

      Um abraço,
      Zaida Machado.

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  2. Não, eu não desejo uma loja com roupas só para gays e muito menos que a sociedade seja assim, segragativa, como suas ideias. Isto chega a ser um absurdo pra mim, afinal, antes de ser gay sexualmente falando, se é homem ou mulher, biologicamente falando. De forma nenhuma por ser gay, eu sairia tachando ou achando que todos ao meu redor são, isso seria ter uma visão muito limitada, que é o que parece que tens. Se um homem/mulher é hétero ou gay, isso se “descobre” indiscutivelmente com a convivência com tal pessoa, por mais que existam os que tentem disfarçar muito bem. Me parece que a única pauta central desse post todo é o medo de ser tachado de gay. Mas, se você não é, não há porque se preocupar.

    Sobre meus posts e meu blog, continuarei abordando da forma que penso estar correta. Eu não preciso dizer: blog de estilo gay. Vai atrás do meu conteúdo, quem se identifica com ele. Eu escrevo para homens que amam estilo, se estes homens se relacionam sexualmente com outros homens, isso é problema de cada pessoa. Tachar e segregar sempre foram os grandes erros dessa sociedade, seja no meio gay/hetero, nas raças, na posição social, ou em qualquer outra área.

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    1. Oi, Fábio. Não estou com muito tempo, mas devo só esclarecê-lo que “segregar” não significa “ter racismo ou discriminação”. Segregar é a palavra usada para indicar divisão. Não, necessariamente, discriminação. Toda segregação implica numa posterior agregação. Seja por costumes, línguas, gostos, preferências e, também, raças. É um termo, tão somente, usado para separar e, agregar, grupos afins.
      Falando de sociedades e, também, de espécies ou indivíduos fomos naturalmente criados segregados. Somos diferentes e, como falo no meu post, esta diferença é normal, natural e desejada. A evolução de tudo depende da diversificação dos indivíduos ou espécies. Vide a evolução dos seres, a começar pelas moléculas, átomos.
      Então, segregar não é discriminar. Antes, é organizar! Aquele ou aqueles indivíduos segregados (separados) por condições, necessidades, qualidades afins se tornarão mais comuns e, ganharem, talvez, a qualidade de tradicionais, normais, predominantes (etc), tanto quanto forem suas capacidades de lidarem com adversidades. É uma lei natural que, ninguém criou (ou Deus criou!). Fato é que na natureza é assim e isto regula a vida no planeta. Até falei sobre isso no post.
      Por favor, Fábio, não estou querendo impor ou mudar seu pensamento. É bom que defenda suas ideias.
      Ademais, se você não se deixar influenciar por jargões criados para manipular opiniões vai ver que, na verdade, o processo de segregação está acontecendo…. Vem aumentando cada vez mais! Como eu disse, normal… As coisas tendem a se equilibrar! Observe durante as histórias de sociedades, quando começam a criar leis, regras (cotas) para grupos ditos desprivilegiados, significa que a segregação natural, aquela da qual discorri acima, está virando apartheid e isto é característica de políticas dominadoras, uma estratégia para se dominar maior número de pessoas e ganhar confiança.
      Finalizando, é por isso que escrevi: se começaram, continuem… E qual o problema de lojas, produtos e serviços específicos para gay? Qual o problema de ser visto utilizando ou comprando produtos específicos? Qual o problema de sabermos de antemão, quem é ou não gay? Afinal ser ou não ser não é mais o problema hoje! Aliás, o ponto Central de toda conversa é esse: sinto-me discriminada por ser mulher hétero! Tudo agora está para os gays. Quero o meu lugar, o dos meus filhos, que até o momento são héteros e dos homens, os quais admiro por características masculinas; quero de volta esse lugar! Tenho filhos mais velhos que você. Outra coisa: Em nenhum momento falei de intimidade, relacionamento… Para mim, estava ótimo como era: ninguém precisa saber o que, ou como todos fazem suas escolhas sexuais. Sejam héteros ou homos. Como era antes! Até mais… Abraço. Zaida Machado.

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